Notícias

Gerar energia solar é um excelente negócio. Resolução 482/12 da ANEEL permite gerar energia solar em casa

14/03/2013 às 13:50

Imaginou receber a conta de luz e não ter de pagar nada pela energia utilizada durante o mês ou ter crédito com as companhias de energia elétrica? De acordo com as novas regras, além da regulamentação da produção de energia solar no país, há agora o sistema de compensação de créditos a favor do consumidor, o que viabiliza economicamente os sistemas de energia solar. A proposta é que toda energia gerada durante o dia pelo sistema de eletricidade solar será utilizada por todos os equipamentos na edificação, mas se houver excedente de energia, esta quantidade será exportada para a rede da distribuidora, que retornará a energia em forma de crédito na conta do consumidor. O consumidor poderá usar o crédito por 36 meses, inclusive em outras instalações do próprio consumidor, podendo ser utilizado inclusive quando não houver sol: durante a noite ou em dias de chuva, por exemplo. Como é comum a utilização de energia elétrica somente no período noturno (horário em que as pessoas costumam estar em casa), o sistema de compensação faz com que, no final do mês, toda a energia produzida seja descontada na conta de luz, resultando em uma economia que pode chegar a 100%. A conclusão é que energia solar, além de limpa por não consumir recursos naturais, é um bom negócio. “É uma excelente oportunidade. Com a Lei 12.783/13, sancionada em 11/01/13 e em vigor desde 24/01/13, a tarifa de energia passa a ter uma redução de pelo menos 18%, mas os consumidores residenciais não têm as mesmas oportunidades e planos de custos mais vantajosos como os médios e grandes consumidores de energia elétrica. Ao implantar um sistema fotovoltaico, a EAS do Brasil possibilita que o próprio cliente produza a sua própria energia elétrica e dá toda a garantia nos equipamentos pelos próximos 30 anos”, comenta Thiago Tokunaga, gerente comercial da EAS do Brasil.

ONU elege 2013 o ano internacional da cooperação pela água.

14/03/2013 às 13:50

Mais do que suficiente para abastecer as necessidades da humanidade, menos de 1% da água do planeta está acessível para o consumo, mas 11% da população mundial ainda não acessam fontes seguras de água potável (mais de 40% dessas pessoas vivem na África Subsaariana). Apenas 63% da população mundial têm acesso a saneamento de qualidade. O relatório produzido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), é que aproximadamente 1,1 bilhão de pessoas em todo o mundo ainda fazem suas necessidades fisiológicas a céu aberto, sem banheiro. No topo do ranking aparece a Índia com 626 milhões de pessoas sem banheiro, seguida da China (14 milhões) e do Brasil (7,2 milhões). É preocupante a lentidão com que o saneamento básico avança no Brasil. Segundo o IBGE, de 2009 a 2011, a expansão da coleta de esgoto foi de pouco mais de 3%. Para um país em que quase 40% dos domicílios não estão sequer conectados à rede coletora, é muito pouco. Para piorar a situação, em boa parte dos casos em que o esgoto é coletado, não há tratamento. Ou seja, há uma rede coletora construída sem que a destinação final seja adequada. O próprio governo federal reconhece que apenas 38% de todo o esgoto produzido no Brasil recebem algum tipo de tratamento. O resto, 15 bilhões de litros de esgoto por dia, impacta violentamente rios, lagos, manguezais e partes do nosso litoral. Um diagnóstico dos mananciais superficiais e subterrâneos e sistemas de produção de água potável do país, produzido pela Agência Nacional de Águas (ANA), relata que 55% dos municípios brasileiros (3.059) que respondem por 73% da demanda por água no país, precisam receber até 2015 investimentos em seus sistemas de produção de água ou mananciais que somam R$ 22 bilhões para evitar problemas no abastecimento. Embora a população cresça, e o número de consumidores também, o estoque de água doce do planeta permanece inalterado há milhões de anos. A EAS do Brasil promove a cultura do uso inteligente da água em todos os níveis, reduz os desperdícios e monitora os seus resultados. “Os países hoje em dia são avaliados pela forma como sabem usar a água, e não pelo que têm de água. Porque é mais importante hoje saber usar a água que se tem do que ostentar a abundância”, comenta Aldo Rebouças, professor de Hidrologia da USP.

Economia verde cria milhões de empregos no Brasil e no mundo, afirma estudo da OIT

14/03/2013 às 13:49

Países como o Brasil e o México lideram na adoção de medidas para lidar com as questões ambientais, especialmente em estratégias nacionais de crescimento com baixo carbono, indica o documento da Organização Internacional do Trabalho. No Brasil, 2,9 milhões de postos de trabalho foram registradas em áreas dedicadas à redução dos danos ambientais. Um estudo do Banco Mundial no Brasil citado pela publicação da OIT afirma que a redução, até 2030, das emissões de carbono em mais de um terço é compatível com o crescimento do PIB e da economia. O estudo afirma que “o País tem grande oportunidade de mitigar e reduzir suas emissões de carbono em setores como agricultura, energia, transporte e gestão de resíduos, sem afetar negativamente o crescimento econômico”. “Desenvolvimento Sustentável é a palavra-chave da nossa estratégia empresarial. A meta é que até 2014, estejamos com uma sede comercial na cidade de Rio Branco-AC e até 2015 com uma nova sede comercial em Fortaleza-CE ou Natal-RN. O nosso objetivo é investir, promover e fomentar as iniciativas produtivas geradores de oportunidades de trabalho e renda”, comenta Pollyana Fonseca, coordenadora de projetos da EAS do Brasil.